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20 de junho de 2016

Contrato da Sanepar com a Prefeitura de Londrina será assinado nesta segunda



O contrato do novo programa que regulamenta a operação da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) em Londrina será assinado nesta segunda-feira (20). A solenidade está marcada para as 10h, no auditório do Iapar (rodovia Celso Garcia Cid, 2.571). 

O documento garante a continuidade dos serviços por mais 30 anos. A Sanepar foi contratada pelo município em 1973 e o contrato seguiu até 2003. Desde então, nos últimos 13 anos, vinha sendo renovado de forma precária, a cada seis meses. 

O projeto de Lei encaminhado à Câmara Municipal de Londrina (CML) para possibilitar a renovação do contrato traz uma emenda que obriga a Sanepar a repassar o equivalente a 2% de sua receita operacional líquida ao Fundo Municipal de Saneamento Básico e Desenvolvimento Sustentável, sendo 1% dividido em parcelas mensais ao longo dos 30 anos e o outro 1% em pagamento único a ser realizado ainda em 2016. No total, o fundo receberá pelo menos R$ 25,5 milhões, apontavam as estimativas. 

O evento contará com a presença do governador Beto Richa (PSDB), do prefeito Alexandre Kireeff (PSD) do presidente da Sanepar, Mounir Chaowiche e do assessor executivo para Projetos Estratégicos, Carlos Alberto Geirinhas.

Fonte: Bonde News

17 de junho de 2016

Pulseira pode substituir cartões para pagamento

 O Bradesco anunciou quinta-feira (16) parceria com a bandeira de cartões Visa para testar uma pulseira usada para fazer pagamentos, em vez de cartão ou celular.

O crédito da pulseira é pré-pago e ela não tem vínculo com uma conta do Bradesco, de acordo com as empresas. O acessório também é resistente ao suor e à água.

Na hora da compra, o cliente aproxima a pulseira de um terminal na loja e coloca a senha para


confirmar o pagamento. Para compras abaixo de R$ 50, não será necessária senha, segundo as empresas. Em caso de perda ou roubo, ela deve ser bloqueada, da mesma forma que é feito com cartões.

Ela será testada antes dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro por 3.000 pessoas selecionadas, entre atletas, artistas, formadores de opinião e clientes. Segundo as empresas, são mais de 1 milhão de terminais que aceitam a pulseira em todo o Brasil, sendo 4.000 nos locais que sediarão o evento.

Os clientes podem usar um aplicativo para ver o histórico de compras e o saldo atualizado da conta, fazer a recarga de crédito ou bloquear o dispositivo em caso de roubo ou perda.

Os pagamentos com a pulseira seguem os mesmos termos e condições dos cartões pré-pagos, de acordo com o Bradesco.

Segundo Cesário Nakamura, diretor da Bradesco Cartões, ainda não há previsão de lançamento do produto em larga escala no país, nem por que preço será vendido.

Fonte: Reuters

Fies: "programa ainda precisa ser aperfeiçoado"

Instituições particulares de ensino superior vão buscar mais aprimoramento no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Elevar a renda máxima para o estudante obter o benefício é uma medida positiva, no entanto, segundo a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes), o programa ainda precisa fazer adequações para ampliar o acesso ao ensino superior.

O ministro da Educação, Mendonça Filho, anunciou que será elevado de 2,5 para 3 salários mínimos, ou seja, em valores atuais, de R$ 2,2 mil para R$ 2.640, por pessoa o limite para se obter financiamento pelo Fies. O pleito das escolas particulares era de que esse patamar fosse elevado para 3,5 salários mínimos por pessoa, R$ 3.080.

"É um pleito do setor e do alunado. Achamos que aumentando a renda e baixando um pouco a nota será possível atingir pessoas mais carentes, que dependem do recurso para acesso ao ensino superior", diz o presidente da Abmes, Janguiê Diniz. Ele é fundador e presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional, o maior em número de unidades nas regiões Norte e Nordeste.
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Para Diniz, a elevação do patamar para três salários mínimos é positiva e sinaliza a atenção do governo para a questão. "Vamos trabalhar para aperfeiçoar ainda mais esse programa para o Brasil", diz.  

O Fies oferece financiamento de cursos em instituições privadas. Até 2014, o financiamento era concedido em qualquer época do ano a quem tivesse uma renda bruta de 20 salários mínimos por família. A partir de 2015, com o ajuste fiscal, o programa começou a ficar mais restrito, foi estabelecido o patamar de 2,5 salários mínimos e passou a ser exigida nota mínima no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), pelo menos uma média de 450 pontos nas provas.

Houve também reajuste dos juros, que passaram de 3,4% para 6,8%, e a extinção do financiamento de 100%. Agora, o estudante deve pagar parte da mensalidade. Há também uma parcela das vagas reservadas aos cursos prioritários, das áreas de saúde, engenharias, licenciaturas e pedagogia. Têm prioridade as instituições com melhores notas nas avaliações do Ministério da Educação (MEC).

De acordo com Diniz, as novas regras não acompanharam a demanda dos estudantes. Prova disso é que no último processo seletivo, no início do ano, das 250 mil vagas ofertadas, mais de 100 mil não foram preenchidas. Para as instituições, o Fies representou queda na indimplência no pagamento das mensalidades. Atualmente, programas como o Fies e o Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas de estudo em instituições privadas, representam 40% das vagas nas particulares - de acordo com dados de 2014.

Em entrevista, Mendonça Filho disse que a pasta enfrenta dificuldades financeiras e que não há condições para elevar ainda mais o patamar da renda imediatamente. Segundo ele, as demais regras, entre elas a nota mínima no Enem e a reserva de vagas nos cursos prioritários, serão mantidas.

No segundo processo seletivo deste ano, o MEC oferecerá 75 mil vagas, número superior às 61,5 mil vagas ofertadas no segundo semestre do ano passado. No total, o investimento será de R$ 450 milhões. Atualmente, 2,1 milhões de estudantes participam do programa.

Fonte: Agência Brasil

Eliseu Padilha defende acabar com a CLT

"Ou começamos a caminhar no rumo daqueles que estão na nossa frente, ou então ficaremos a cada dia pior", disse o ministro interino, em evento para empresários promovido pelo tucano João Doria

“Temos que olhar rumo ao amanhã, ver o que os países desenvolvidos estão fazendo", disse ministro interino

O ministro-chefe interino da Casa Civil, Eliseu Padilha, defendeu na quarta-feira (16), em São Paulo, que, para o Brasil caminhar para “o amanhã”, fazer o que é aplicado no mundo hoje e facilitar a “competitividade”, o país precisa superar a legislação trabalhista criada por Getúlio Vargas.

“(Os trabalhadores) vão ver que a gente não tem saída. Ou começamos a caminhar no rumo daqueles que estão na nossa frente, ou então ficaremos a cada dia pior”, disse, ao defender o fim da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) em palestra sobre o PL da Terceirização (Projeto de Lei Complementar 30/2015), em “almoço-debate” promovido pela empresa Lide, do empresário João Doria, pré-candidato do PSDB e do governador Geraldo Alckmin para a sucessão do prefeito Fernando Haddad. Segundo ele, o PLC 30 deve ser votado pelo Senado com "alguma rapidez".

“Não vou nem dizer que seja equívoco (a CLT). Na década de 40, 46, quando se pensa no que era legislação trabalhista, por certo foi um momento em que ela era absolutamente indispensável, a forma dura com que lá foi encarada. Só que a década de 40, 46, já ficou para trás há muito tempo”, acrescentou.

A menção a 1946 foi um ato falho de Padilha (e de jornalistas que reproduziram sua fala). A CLT foi criada em 1943, e não em 1946. O que data de 1946 é o acréscimo de outros direitos dos trabalhadores incorporados pela Constituição daquele ano, como o reconhecimento do direito de greve, repouso remunerado aos domingos e feriados, por exemplo, assim como a estabilidade do trabalhador rural.

“Temos que olhar rumo ao amanhã, (ver o que) os países desenvolvidos estão fazendo, e temos que fazer aqui. Essa questão do pactuado versus legislado, com sobreposição do pactuado sobre o legislado, isso é o mundo. Nós não estamos aqui inventando a roda. Isso é no mundo hoje, diante da competitividade que se estabeleceu para se ter emprego”, defendeu. “Todo mundo (está) tentando buscar o pleno emprego. Então tem que se facilitar as formas de contratação.”

Vários veículos da mídia tradicional destacaram que Eliseu Padilha foi “aplaudido” e “empolgou” o empresariado presente ao evento.

Fonte: Rede Brasil Atual

16 de junho de 2016

Siquim promove Ciclo de Palestras 2016

Sábado, dia 18, será comemorado o Dia do Químico e para não deixar essa data especial passar em branco, o Sindicato dos Químicos do Estado do Paraná promoverá, ao longo da semana, um ciclo de palestras.

Com palestrantes renomados, os temas serão direcionados a processos químicos e atividades relacionadas ao setor. 


As inscrições poderão ser feitas no dia e local de cada palestra, que acontecerão no Sindicado dos Engenheiros, na Rua Ladislau Mikosz, 59, no Cajuru – Curitiba. 

Dúvidas poderão ser respondidas pelo telefone (41) 3026 5748.


Governo propõe teto para gastos com duração de 20 anos


Alta do gasto será limitado à inflação para tentar melhorar contas públicas.
PEC prevê teto fixo por 9 anos, que pode ser alterado nos anos seguintes.


O governo enviará ao Congresso Nacional uma proposta de emenda constitucional que institui um teto para os gastos públicos por um período de 20 anos, informou o Ministério da Fazenda quarta-feira (15).

Segundo o governo, durante os primeiros nove anos o limite não poderá ser modificado, mas a partir do décimo ano poderão ser feitas alterações nesses limites. Pela regra, o presidente do país, no nono ano da medida, poderá enviar projeto de lei ao Congresso propondo a criação de uma nova regra para ajuste do teto das despesas - que valerá nos anos subsequentes.

 A proposta é que a despesa não possa ter crescimento acima da inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a partir de 2017 – envolvendo a União, o Legislativo, o Tribunal de Contas da União, o Judiciário, o Ministério Público, e a Defensoria Pública da União.

Segundo o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, a despesa pública tem crescido de forma insustentável no Brasil. "O governo funciona como qualquer família, empresa e organização. Não há possibilidade de prosseguirmos indefinidamente gastando muito mais do que a sociedade é capaz de pagar", disse.

Gastos com saúde e educação também serão submetidos ao teto. Segundo o Ministério da Fazenda, pela proposta apresentada, as despesas com Saúde e Educação passarão a ser corrigidos pela inflação do ano anterior, assim como os demais gastos, e não mais pela regra anterior – vinculação à receita líquida do governo.

De acordo com o ministro Henrique Meirelles, os gastos com Previdência Social e com a folha de pagamentos da União - despesas que representam cerca de 75% dos gastos públicos - estão dentro da regra que prevê teto para gastos públicos.

"A reforma da Previdência é parte importante para que não se force a diminuição desproporcional de outras despesas caso a Previdência cresça a taxas acima da evolução do teto. O que estamos discutindo é como evitar que se crie desequilíbrios futuros no orçamento com o crescimento maior de algumas despesas em relação a outras", explicou ele.

Ficaram de fora do alcance da proposta as transferências constitucionais a estados e municípios, além do Distrito Federal, os créditos extraordinários, as complementações do Fundeb, as depesas da Justiça Eleitoral com eleições, e as despesas de capitalização de estatais não dependentes.

Melhora das contas

Anunciada no dia 24 de maio pelo presidente em exercício, Michel Temer, a proposta prevê que o crescimento do gasto público, em um ano, não pode superar o percentual da inflação do ano anterior. O objetivo é evitar que as despesas do governo tenham aumento real (acima da inflação do ano anterior) para tentar melhorar as contas públicas.

Inicialmente, quando foi anunciada a proposta para fixar um teto para as despesas, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, não citou que haveria um prazo predeterminado para sua vigência. Já na semana passada, ele declarou que as políticas públicas teriam de ser implementadas "pelo tempo que for necessário" para o retorno do crescimento sustentado da economia.

O governo informou ainda que, no caso de descumprimento dos limites estabelecidos, ficam estabelecidos que, no ano seguinte, a despesa nominal com subsídios e subvenções econômicas não poderá superar a do exercício anterior, e também não poderão ser concedidos incentivos ou benefícios tributários.

Contas públicas deterioradas

A medida tem por objetivo tentar melhorar o perfil das contas públicas, que passam por forte deterioração. No ano passado, o déficit superou a marca dos R$ 110 bilhões e, para este ano, o governo já pediu autorização para um rombo em suas contas de até R$ 170,5 bilhões – o que, se confirmado, será o pior resultado da série histórica, que tem início em 1997. Para 2017, os analistas apostam em novo rombo fiscal – próximo de R$ 100 bilhões.

A consequência de as contas públicas registrarem déficits fiscais seguidos é a piora da dívida pública e aumento das pressões inflacionárias. Por conta do fraco desempenho da economia e da piora do endividamento, o Brasil já perdeu o chamado "grau de investimento" - uma recomendação para investir no país –, retirado pelas três maiores agências de classificação de risco (Standard & Poors, Fitch e Moody´s).

Controle da dívida pública

Ao tentar melhorar o perfil das contas públicas, e impedir déficits fiscais nos próximos anos, o governo também tentará impedir o crescimento da dívida bruta do setor público – indicador olhado com atenção por agências de classificação internacional e pelo mercado financeiro, sendo considero um importante indicador de solvência (capacidade de pagamento) dos países.

Segundo números do Banco Central, a dívida bruta do Brasil somou R$ 4,03 trilhões em abril deste ano (último dado disponível), o equivalente a 67,5% do Produto Interno Bruto (PIB) – podendo avançar ainda mais nos próximos meses por conta do forte déficit fiscal projetado para este ano e pelo nível elevado da taxa de juros (14,25% ao ano). Esse patamar da dívida brasileira está acima da média dos países emergentes, calculada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), que é inferior a 50% do PIB.

Com a percepção de que o Brasil terá uma capacidade melhor de honrar seus compromissos, a expectativa da equipe econômica é que ocorra um aumento da confiança dos empresários e da população em geral na economia, e que isso estimule a demanda por produtos, serviços e estimule novos investimentos e geração de empregos - contribuindo assim para a retomada de um ciclo de crescimento da economia brasileira.

Tramitação da PEC

Por alterar a Constituição, as proposta de emenda constitucional têm uma tramitação mais longa. Inicialmente, é analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara para verificar a constitucionalidade da proposta.

Caso a CCJ entenda que a proposta é constitucional, é criada uma comissão especial para analisar a PEC. O colegiado elabora um parecer e o envia para análise do plenário da Casa.

No plenário da Câmara dos Deputados, a PEC tem de ser aprovada, em dois turnos, por três quintos dos deputados (308 votos). Ao final, tem de passar, ainda, por dois turnos no plenário do Senado - com aprovação, novamente, de três quintos dos senadores.

Se o Senado aprovar o texto como o recebeu da Câmara, a emenda é promulgada e passa a valer como lei. No caso de alteração, o texto é enviado novamente para a Câmara, que analisa as alterações feitas pelos senadores.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, declarou que a tramitação da proposta de emenda constitucional vai obedecer ao rito do Legislativo "Esperamos a aprovação não muito demorada. Quanto mais cedo for votado, melhor", concluiu ele.

Fonte: G1 Globo

Energia solar e eólica passarão hidrelétricas em 25 anos

Hoje dependente das hidrelétricas, o Brasil vai ter um salto na geração de energia solar e de ventos (eólica) em 25 anos.

Em 2040, o país deverá ter 43% de sua energia gerada a partir de placas solares ou dos ventos, contra menos de 6% em 2015. Por outro lado, as hidrelétricas, que representaram 64% da capacidade instalada no ano passado, terão sua participação diminuída para 29%.

A previsão faz parte do relatório New Energy Outlook 2016, feito pela Bloomberg New Energy Finance (BNEF). O estudo faz uma projeção da evolução das fontes de energia renováveis nas principais economias do mundo.

De acordo com o relatório, o avanço tecnológico possibilitará o barateamento de equipamentos para gerar energia solar e eólica. Além disso, prevê maiores investimentos nessas fontes de energia.

Até 2040, as fontes de energia renováveis, incluindo biomassa, vão atrair US$ 237 bilhões em investimentos no Brasil.

No mesmo período, as hidrelétricas atrairão US$ 27 bilhões, enquanto a energia gerada por combustíveis fósseis, como carvão e gás, terão investimentos de R$ 24 bilhões, segundo o estudo.

"Instalar uma planta [usina] eólica ou solar é mais barato e mais rápido do que implantar uma hidrelétrica, considerando a mesma capacidade de gerar energia", afirma a analista da BNEF Lilian Alves. "Por isso, prevemos que atrairão mais investimentos."
 

Revolução da energia solar


O estudo também prevê que o Brasil viverá uma revolução da energia solar a partir de 2020. O número de imóveis com placas solares no telhado deve saltar de 3.500 atualmente para 9,5 milhões em 2040.

Além do barateamento dos equipamentos, a conscientização também deverá ter influência na decisão de instalar placas solares no telhado das casas. "As pessoas vão perceber que é mais barato gerar a própria energia", diz a analista da BNEF.

Com isso, ela prevê o crescimento do mercado de geração distribuída no Brasil, ou seja, quando uma pessoa produz a própria energia e vende o excesso para o sistema elétrico em troca de créditos.

"Hoje, dois fatores dificultam a expansão da energia solar: os juros altos, que encarecem os financiamentos, e o dólar valorizado, que encarece a maior parte dos componentes importados", afirma Alves.

15 de junho de 2016

Paraná tem previsão de dias de “calorzinho”

O frio dos últimos dias vai dar lugar a um clima mais ameno no Paraná. Segundo a previsão do Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar), hoje os termômetros já devem marcar temperaturas máximas no interior na casa dos 23ºC, um “calorzinho” depois de tanto frio. Em Curitiba, a oscilação fica entre 7 e 19 graus nesta quarta (15), e quinta (16) a máxima deve chegar aos 21ºC na Capital e 26ºC no Noroeste.

O clima fica assim até a sexta-feira, com as temperaturas subindo um pouco a cada dia. A partir de quinta, uma frente fria começa a atuar sobre o Estado e deve chover em boa parte do território paranaense. A instabilidade deve ir aumentando até o domingo.

Com a cobertura de nuvens, as máximas voltam a ter uma queda nas regiões. No sábado, por exemplo, com previsão de chuva, Curitiba deve ter máxima de 14ºC. O domingo também deve ser chuvoso. Contudo, não há previsão de temperaturas mínimas baixas como ocorreram no final da semana passada e começo desta semana.

Fonte: Bem Paraná

Taxistas e Uber em “pé de guerra” em Curitiba

Desde o último dia 18 de março o aplicativo Uber está operando em Curitiba. Sucesso cada vez maior no transporte de pessoas, a novidade tem revoltado os taxistas da Capital, que acusam o concorrente de ser “pirata”, “ilegal” e de estar “acabando com uma profissão”. 

A animosidade, contudo, tem aumentado, ao ponto de relatos de agressão se tornarem recorrentes, a exemplo do que ocorre em outras capitais, como São Paulo e Rio de Janeiro.

Segundo informações apuradas pela reportagem, já teriam sido registrados cerca de 70 casos de agressão e ameaça contra os motoristas do Uber. Um dos últimos episódios ocorreu na segunda-feira: a vítima teria descido do carro para retirar a bagagem do cliente, mas foi surpreendido por três taxistas. Caído no chão, levou chutes e socos e acabou com o nariz quebrado, além de ter o carro danificado na base de pontapés e pedradas.

Episódios assim, inclusive, são recorrentes. Um outro motorista do Uber relatou um pouco do que já vivenciou em um mês e meio trabalhando com o aplicativo. Pai de família, pediu para não ser identificado por temer represálias. “Pelo que estamos presenciando, a coisa está tão séria que eu quero falar, mas tenho medo do que vai acontecer porque vemos que eles (taxistas) estão sem limites. Está bem complicado”, afirma.

Morador de Santa Catarina, ele relata que veio trabalhar na Capital por não conseguir emprego em sua cidade. Logo em seu primeiro dia de trabalho com o Uber, contudo, veio o primeiro susto: uma armadilha armada por 15 taxistas, que teriam feito a chamada usando o perfil de uma mulher. Conseguiu escapar, mas na semana retrasada voltou a viver momentos dramáticos ao atender uma chamada no Batel.

“Encontrei os rapazes, eram dois passageiros. Parei o carro do lado direito, um entrou na frente e outro atrás. Aí uns 10 taxistas já foram para frente do carro e começaram a mandar o passageiro descer. O passageiro, sem eu pedir nem nada, começou a dizer que era o primo dele, que não era Uber. Mas eles não acreditaram e eu fiquei tentando convencer o passageiro a entrar no carro”.

Quando o passageiro decidiu entrar novamente no veículo, os taxistas partiram para cima do carro e começaram a tentar destravar as portas. O motorista então tomou a decisão de acelerar para escapar. E aí teve início uma perseguição.

“Todo mundo correndo para dentro dos táxis e vindo atrás da gente. Foi uns cinco, 10 minutos de perseguição. Eles estavam se comunicando por rádio e toda rua que eu entrava tinha um táxi. Depois de um tempo consegui escapar e levei o passageiro ao destino”, afirma.

Asteroide "passou perto da Terra", dizem cientistas

O asteroide 2007 MK6, com diâmetro de 200 a 600 metros, passou nesta quarta (15), aproximadamente às 4h (horário de Brasília) a uma distância relativamente pequena da Terra. A informação foi divulgada pelo Centro de Planetas Pequenos da União Astronômica Internacional.

O asteroide foi descoberto em 2007 por astrônomos do observatório Mount Lemmon, nos Estados Unidos. Ele passou a uma distância de 15,2 milhões de quilômetros da Terra, o que significa que não representou nenhum perigo ao planeta. A distância é 40 vezes maior que a existente entre a Terra e a Lua.

O asteroide, de acordo com várias avaliações, pode fazer parte do chamado grupo de asteroides Apollo, assim como ser "parente" de outro grande corpo celeste que continua se aproximando da Terra – o asteroide Ikar. Esse último é aproximadamente duas vezes maior do que o 2007 MK6: sua massa atinge 3 bilhões de toneladas.

Embora o asteroide não represente ameaça à Terra, o planeta Marte pode ficar em perigo: em um mês, ele se aproximará do Planeta Vermelho, passando a uma distância de 1,33 milhão de quilômetros.

Fonte: Agência Sputnik Brasil