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17 de dezembro de 2018

Cida Borguetti envia para a AL pedido para privatizar empresas públicas

Projeto de Lei tramita em regime de urgência na AL, a pedido de Ratinho Junior, segundo disse Cida Borguetti
Por meio da mensagem 059/2018, assinada no último dia 11 de dezembro, a governadora do Paraná, Maria Aparecida Borguetti, enviou à AL (Assembleia Legislativa) Projeto de Lei que cria o PAR (Programa de Parcerias do Paraná), com o objetivo de desestatizar empresas públicas do Estado e firmar convênios com a iniciativa privada.
A medida, de acordo com a mensagem, foi feita a pedido do governador eleito, Ratinho Junior (PSD), que tomará posse no dia 1º de janeiro de 2019.
A matéria deverá tramitar em regime de urgência na AL, demonstrando a vontade de ambos a se desfazer do patrimônio da população paranaense com promessas de melhorias na qualidade e eficiência.
A pressa é tanta que o projeto já foi aprovado na Comissão de Justiça, está em discussão na Comissão de Finanças e deverá ir à votação no Plenário da Assembleia na terça-feira (18/12).
O deputado Tadeu Veneri (PT) declarou, em entrevista ao jornal Folha de Londrina, na edição desta terça-feira (17/12), que “o projeto é tão absurdo que permite que, por exemplo, Copel e Sanepar contratem Parcerias Público-Privadas sem o conhecimento do Estado e diz que o Tribunal de Contas não pode fiscalizar e dar parecer contrário penalizando os gestores”.
Os Sindicatos majoritários da Sanepar, da Copel e demais representações sindicais dos trabalhadores e trabalhadoras das empresas estatais paranaenses estão mobilizando suas categorias para impedir a aprovação desse projeto.
Além do corte de pessoal, a privatização só interessa aos investidores privados, que estão preocupados somente com a elevação dos lucros das empresas e isso certamente vai levar ao aumento das tarifas, a exemplo do que ocorreu com a Sanepar.
Quanto aos recursos arrecadados com as privatizações e parcerias, não há garantias de que serão aplicados em políticas sociais, na geração de empregos ou mesmo em políticas de desenvolvimento do Paraná. Se não houver fiscalização eficaz, correm o risco de sumirem pelos ralos do poder por onde habitam as sanguessugas aliados ao governo de plantão.
FONTE: SINDAEL

4 de dezembro de 2018

Onyx confirma extinção do Ministério do Trabalho

Atividades serão distribuídas entre três pastas
O ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, confirmou nesta segunda-feira (3) a extinção do Ministério do Trabalho a partir de 1º de janeiro, quando o presidente Jair Bolsonaro assume o Executivo nacional. Em entrevista à Rádio Gaúcha nesta manhã, Onyx explicou que as atuais atividades da pasta serão distribuídas entre os ministérios da Justiça, da Economia e da Cidadania.
Segundo ele, tanto as concessões de cartas sindicais quanto a fiscalização das condições de trabalho ficarão a cargo da equipe de Sergio Moro (Justiça). Sob o guarda-chuva de Paulo Guedes (Economia) e Osmar Terra (Cidadania) serão divididas as políticas de emprego, contemplando ações voltadas para o empregador e para empresários.
Onyx afirmou que o futuro governo terá 20 ministérios funcionais e dois eventuais. Os dois últimos são estruturas com status ministerial temporariamente, de acordo com estratégias defendidas pela equipe de Bolsonaro. Trata-se do Banco Central que “quando vier a independência deixa status de Ministério” e a Advocacia-Geral da União (AGU).
Bolsonaro deve definir nos próximos dias o comando do Meio Ambiente e dos Direitos Humanos. Onyx Lorenzoni vai detalhar a nova estrutura do governo em uma entrevista coletiva marcada para esta tarde.
Parlamentares
Nesta terça-feira, Onyx acompanha o presidente eleito em conversas com bancadas parlamentares. O primeiro grupo será do MDB e PRB que, juntos, têm mais de 60 parlamentares. Na quarta-feira, será a vez das bancadas do PR e PSDB.
De acordo com o futuro ministro de Bolsonaro, os encontros têm como finalidade apresentar um modelo diferente da relação entre Executivo e Legislativo. Onyx reiterou a afirmação que vem sendo feita pelo presidente eleito de que não haverá mais a política “toma lá, dá cá”, quando cargos eram distribuídos em troca de apoio na votação de projetos prioritários.
“Ao longo dos anos esses lugares eram dados e usados para operações que eram desvio de dinheiro público. E isso não vai ter no governo Bolsonaro. Estamos criando um novo mecanismo que não existe, uma nova lógica de relacionamento de construção de maioria que passa primeiro na relação com as bancadas, depois frentes parlamentares e vamos ter coordenadores regionais”, disse.
Segundo ele, a maioria será construída com apoio a parlamentares em projetos nos seus estados, como a execução de obras e atendimento de outras emendas, além da participação em programas do governo.
Fonte: NCSTPR

23 de novembro de 2018

Informativo PCCR SANEPAR


Na última terça-feira, 20 de novembro de 2018, o SIQUIM, bem como outras entidades sindicais, participou de uma reunião com a Comissão Mista para a Revisão e Atualização do Plano de Cargos, Carreiras e remuneração – Comissão do PCCR.

Esta reunião foi uma reivindicação das entidades sindicais junto a Comissão através dos membros representantes do Coletivo Intersindical de Categorias Diferenciadas que dela participam e teve como objetivo conhecer o trabalho desenvolvido e tirar algumas dúvidas surgidas nos últimos dias.

Inicialmente, as entidades sindicais tinham as seguintes preocupações e dúvidas sobre o que estava sendo divulgado quanto a proposta em construção, com base nas informações da saída de alguns membros da Comissão do PCCR, e se posicionaram no sentido de que o Plano deveria constar:

·      Que haja reserva orçamentária suficiente para garantir o pagamento de todos steps previstos no Plano de Carreira para cada trabalhador, independentemente se este atingirá ou não a nota máxima, de forma a evitar possíveis congelamentos na distribuição e valorização dos trabalhadores em razão da falta de disponibilidade orçamentária;
·      Que a linha de corte (notas a serem atingidas para cada step) seja clara e transparente, preferencialmente com notas fixas para cada avanço, de forma que o trabalhador saiba exatamente quantos steps ele terá direito conforme a nota que ele obter após o fechamento do ciclo de avaliação;
·      Que não conste qualquer cláusula de demissão após avaliações com baixo conceito, sem que seja proporcionada uma chance de melhoria e recuperação ao trabalhador;
·      Que as propostas do PAI - Programa de Aposentadoria Incentivada - sejam discutidas fora do PCCR, eis que devem ser discutidas de maneira abrangente com as entidades sindicais e que este programa não esteja vinculado ao orçamento do PCCR, para não prejudica-lo.

Os membros Representantes Sindicais Diferenciados da Comissão do PCCR apresentaram a prévia da proposta que está sendo construída para o Plano às entidades sindicais, de modo que estas pudessem conhecer e analisar o seu conteúdo, tirando dúvidas e contribuindo com sugestões.

Durante a apresentação, a Comissão do PCCR informou que toda a construção da proposta foi desenvolvida através da busca pelo consenso entre os membros, desde o início até então, incluindo a participação ativa dos membros que se retiraram da Comissão, e que a proposta possui uma lógica de aplicação e execução do Plano, sendo que não caberá a aplicação de partes isoladas da proposta, pois as ferramentas e metodologias que a contemplam só terão sentido se aplicadas de forma integral.

A Comissão reforçou ainda que, para que a proposta do Plano seja concretizada, é fundamental que haja dotação orçamentária transparente e que, sem isso seria impossível traçar um Plano que possa favorecer o trabalhador. Além disso, ressaltou que a proposta está sendo construída para que o Plano conte com regras mais transparentes, seguras e objetivas, que proporciona ao trabalhador uma escalada digna na sua carreira na Companhia.

Além disso, foram demonstradas sugestões de metas e indicadores que podem ser aplicados e outros que necessitarão de melhor análise pela áreas de Planejamento Estratégico, bem como demais Diretorias e Gerências para que, segundo a Comissão, seja possível viabilizar uma revisão nos “pesos da avaliação das dimensões Institucional, Setorial e Individual, de modo a valorizar mais os aspectos individuais e setoriais, fazendo com que os empregados tenham a real orientação para resultados e observem a sua contribuição no desempenho de seu Processo, Gerência ou Diretoria, bem com da Companhia.

Para finalizar, os membros Representantes Sindicais Diferenciados da Comissão do PCCR afirmaram que o haverá qualquer proposta de desligamento automático no caso de avaliações de baixo conceito, bem como a proposta do PAI que está sendo discutida será a parte do PCCR, sendo que, se for contemplada, será como sugestão para a Diretoria da Companhia e não será vinculada ao Plano, bem como também não haverá qualquer cláusula de quitação de contrato de trabalho.

Vale ressaltar que as entidades sindicais presentes puderam contestar alguns pontos da proposta e contribuir com sugestões, as quais foram devidamente encaminhadas para a Comissão do PCCR, sendo que esta analisará as sugestões recebidas e fará o devido encaminhamento nas quais forem possíveis e pertinentes, sem que, no entanto, prejudique a lógica sistemática da proposta.

Nos próximos dias a Comissão do PCCR deverá se reunir com a Diretoria da Sanepar, desta vez, para apresentar a proposta e o relatório dos trabalhos da Comissão, onde solicitará à Diretoria a devida publicidade da proposta aos empregados da Companhia.

2 de novembro de 2018

'Não passa. Eu mesmo voto contra', diz Major Olímpio sobre Previdência

Jair Bolsonaro nem começou e os impasses junto a sua base aliada já demonstram como será o seu governo. O deputado federal e senador eleito por São Paulo Major Olímpio (PSL) foi contundente ao repelir a intenção de votar a Proposta de Emenda Constitucional 287 da reforma da Previdência enviada pelo governo Michel Temer ao Congresso Nacional.
Em entrevista nesta terça-feira (30), na Câmara, Olímpio disse que o projeto de Temer tem vários pontos de divergência apontando pelos parlamentares e que se o governo insistir em tentar aprovar o texto, será novamente derrotado.
A afirmação do deputado – que é apontado como o articulador do futuro governo direitista – contraria a sinalização feita por aliados próximos a Bolsonaro, que deram sinal verde pára a aprovação da proposta de reforma.
“A reforma é necessária, mas os parâmetros da proposta da PEC 287 estão equivocados. Na prática, se a 287 for colocada (em discussão), não passa. Eu mesmo voto contra”, disse Olimpio. “Pelo pouco que conheço da Câmara, se essa proposta for apresentada, ela não passará, pois suprime alguns direitos e não inclui categorias, como agentes e guardas municipais… Uma coisa é a necessidade da reforma, outra é a questão política”, completou.
Para o senador eleito pelo partido de Bolsonaro, a configuração do Congresso também não favorece a votação, já que “metade” dos parlamentares não foi reconduzido. Ele lembrou ainda que há muita dificuldade em se votar propostas da área economia neste ano devido ao pouco tempo para a tramitação.
“Uma coisa é a necessidade [de se aprovar a reforma], outra é a condição política. Metade dessa Casa já não conseguiu renovar o mandato. Então eu acho que o ânimo ou até a legitimidade para mudanças constitucionais ficou bastante comprometida e, com o espaço de tempo até o final do exercício legislativo, não vejo essa condição”, afirmou.
Fonte: NCSTPR

15 de outubro de 2018

DIA DO PROFESSOR! 15 DE OUTUBRO

O Sindicato dos Profissionais da Química do Estado do Paraná – SIQUIM-PR, vem parabenizar todos os professores pela forma com que trataram até hoje a educação. Muitos de vocês gastaram os melhores anos de sua vida, alguns até adoeceram, nessa árdua tarefa.
O sistema social não os valorizam na proporção da sua grandeza, mas tenham a certeza de que, sem vocês, a sociedade não tem horizonte, nossas noites não têm estrelas, nossa alma não tem saúde, nossa emoção não tem alegria. Agradecemos sua sabedoria, criatividade, perspicácia, dentro e fora da sala de aula. O mundo pode não os aplaudir, mas o conhecimento mais lúcido da ciência tem de reconhecer que vocês são os profissionais mais importantes da sociedade.
Professores, muito obrigado. Vocês são mestres da vida.
SIQUIM-PR

6 de outubro de 2018

30 anos da Constituição Federal

A Constituição Cidadã, promulgada em 5 de outubro de 1988, tornou-se o principal símbolo do processo de redemocratização nacional. Após 21 anos de regime militar, a sociedade brasileira recebia uma Constituição que assegurava a liberdade de pensamento. Foram criados mecanismos para evitar abusos de poder do Estado.
A Assembleia Nacional Constituinte, convocada em 1985 pelo presidente José Sarney, trabalhou durante 20 meses. Participaram 559 parlamentares (72 senadores e 487 deputados federais), com intensa participação da sociedade. 
Durante cinco meses, cidadãos e entidades representativas encaminharam suas sugestões para a nova Constituição. Cinco milhões de formulários foram distribuídos nas agências dos Correios. Foram coletadas 72.719 sugestões de cidadãos de todo o País, além de outras 12 mil sugestões dos constituintes e de entidades representativas.
Direitos fundamentais foram garantidos em várias áreas. Na Saúde, por exemplo, a grande revolução foi a criação do Sistema Único de Saúde (SUS). Hoje, União, estados e municípios são responsáveis por um sistema integrado de atendimento à saúde ao qual todo cidadão brasileiro e até mesmo estrangeiros têm acesso. Antes, apenas quem era filiado ao antigo Instituto Nacional de Previdência Social (INPS) podia utilizar os hospitais públicos. O restante era atendido pelas Santas Casas e outras entidades beneficentes.
A Constituição de 1988 colocou a Educação como dever do Estado, inclusive para quem não teve acesso ao ensino na idade certa. Foi ampliada a educação rural e enfatizados os esforços para incluir as crianças com deficiência e a população indígena.
A defesa do consumidor também foi introduzida como um direito fundamental. O Código de Defesa do Consumidor foi elaborado por determinação expressa da Constituição.
A nova Carta também garantiu ao brasileiro o pleno acesso à Cultura e conferiu ao Estado a obrigação de proteger todos os tipos de manifestações tipicamente nacionais, como a indígena, a popular e a afro-brasileira.
A histórica sessão solene do Congresso Nacional em que foi promulgada a atual Constituição da República Federativa do Brasil, no dia 5 de outubro de 1988, foi marcada por fortes discursos e por momentos de emoção. Quando a cerimônia foi encerrada, pouco depois das 17h, o país havia concluído a transição entre a ditadura e a democracia e começava a viver um novo período histórico.
Vale lembrar que no dia 5 de outubro o país viveu uma situação inusitada: até as 15h50 daquele dia, o Estado e a sociedade foram regidos por uma constituição e, daquele momento em diante, por outra. Assim, os pais brasileiros, por exemplo, passaram a ter direito à licença-paternidade, algo que não havia antes, e a polícia não pôde mais realizar operações de busca e apreensão sem autorização judicial.
Antes de 1988 não existiam liberdades públicas. Eram fortemente tutelados os direitos fundamentais de liberdade de expressão, de imprensa, de ir e vir, de reunião, dentre vários outros. Não era possível xingar o governo nem havia eleições livres. Marcha das mulheres contra ou a favor de quem fosse não poderia ocorrer.
A Constituição Federal consagrou, em 1988, uma importância maior aos direitos sociais, elevados à condição de fundamentais: educação, saúde, trabalho, transporte, lazer, segurança, previdência social, proteção à maternidade e à infância, assistência aos desamparados, além de outros incluídos posteriormente através de emendas. Todavia, contrariando os anseios democráticos da Assembleia Constituinte, os ataques sucessivos aos direitos sociais colocam hoje milhões de brasileiros à beira do abismo.
A Constituição Cidadã ampliou direitos da sociedade em geral, e dos trabalhadores em especial e, por isso, passou a ser contestada desde o início de sua vigência por segmentos político e econômico. Desde então, são 30 anos de batalhas pela manutenção das conquistas e, numa luta injusta e desigual, muitos direitos foram reduzidos ou extintos pelos sucessivos governos, com a participação dos poderes Legislativo e Judiciário.
Deixando o retrovisor de lado e olhando pelo para-brisa do automóvel, verifica-se que hoje, dia em que a Constituição faz 30 anos, estamos na reta final para a escolha do novo presidente do País, temos dois candidatos que, aparentemente, apresentam opções opostas de mundo, Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, o que reforça a necessidade de tentar compreender o futuro de nosso país.
Principal símbolo da redemocratização do país, a Constituição Federal de 1988 sofreu um duro golpe, com a promulgação da emenda constitucional 95, que limita investimentos em saúde, educação e segurança pública. Entre os exemplos de violação dos dispositivos constitucionais, está a reforma trabalhista, a nova lei trabalhista implementada por Michel Temer, com o apoio do capital, fere, entre outros dispositivos, o artigo 7º da Constituição quando legitima a prática do negociado prevalecer sobre o legislado, princípio este, que viola a Constituição Federal que não permite redução de direitos para patamares inferiores. A exceção é quando estiver previsto em acordo coletivo. A reforma trabalhista, no entanto, torna regra geral o que era exceção na Constituição e faz prevalecer o que for discutido na mesa entre trabalhador e empregador mesmo que seja para diminuir direitos.
A Constituição Federal de 1988 está sob severo ataque há dois anos, desde o golpe que levou Michel Temer à presidência da República. Não podemos permitir que as elites brasileiras assumam o poder para esquartejar a Constituição que completa nesta sexta-feira, 30 anos de existência.
Trabalhadores, façamos valer os nossos direitos e que no próximo domingo, elejamos candidatos alinhados aos interesses da classe que move este país!
FONTE: NCSTPR

2 de outubro de 2018

Revisão do PCCR: Comissão solicita informações complementares à Diretoria da SANEPAR



Como é de conhecimento de todos, estão em andamento os trabalhos da Comissão Paritária formada com o intuito promover uma atualização do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração - PCCR, o qual, sem um sistema de avaliação adequado, se tornou defasado ao longo do tempo.

Para que a Comissão possa realizar um  trabalho que realmente atenda a Política de Remuneração, Critérios de Dimensionamento e Disponibilização de Recursos Financeiros destinados ao PCCR para os próximos ciclos, são necessárias algumas informações que acreditamos serem indispensáveis para o andamento dos trabalhos. 

Necessitamos com certa urgência das informações constantes no Ofício de numero 01/2018, datado de 25 de setembro de 2018, o qual foi encaminhado ao Diretor Administrativo da SANEPAR, o Senhor Sérgio Ricardo Veroneze.

Relembrando que as informações solicitadas são as seguintes:

a) O histórico de valores disponibilizados (gastos) nos últimos seis anos, por ano, destinado ao PCCR à política de remuneração;

b) Critérios de dimensionamento e disponibilização de recursos financeiros destinados especificamente para o PCCR (dotação orçamentária), para os próximos ciclos, conforme Planejamento Plurianual, compostos por ano.

Sendo assim, reiteram que o atendimento às informações acima mencionadas são de suma importância para o bom andamento e desenvolvimento dos trabalhos.

As Entidades Sindicais que compõe esta Comissão, seguem firmes na luta, com o objetivo de, primeiramente, entender a fundo em que pé se encontra o atual Plano e na sequência, analisar as sugestões oriundas da classe trabalhadora, as quais vão contribuir para uma renovação sólida, transparente, com critérios claros de avaliação, mais justa e benéfica não somente à empresa, mas também aos trabalhadores, principais responsáveis e interessados em atender os objetivos propostos.

Confira a Integra do Ofício:



Fonte: SAEMAC

Sindicato dos Profissionais da Química do Estado do Paraná SIQUIM-PR

20 de setembro de 2018

INFORMATIVO PCCR SANEPAR

Na última terça-feira, dia 18 de setembro de 2018, foi realizada a terceira reunião da Comissão Mista para a Revisão e Atualização do Plano de Cargos, Carreiras e remuneração – PCCR.

Nesta reunião a Comissão analisou as contribuições recebidas por e-mail, com sugestões, questionamentos e apontamentos de pontos fortes ou fracos do plano, em resposta a mensagem enviada na semana anterior. Foram recebidas, até segunda-feira, dia 17/09, cerca de 200 mensagens. Houve ainda uma apresentação do Sr. Giuliano Antonio Pereira sobre seu projeto apresentado em agosto/2018 no CAGE, que trata de propostas sobre o tema “Desenvolvimento e Valorização do Capital Humano”, o qual poderá acrescentar nos estudos e na construção de propostas para o Plano.

Além disso, a Comissão solicitou para a empresa a designação de funcionário responsável junto ao Planejamento com o intuito de que seja demonstrada a dotação orçamentária que é destinada para o PCCR.

Tal solicitação objetiva implementar medidas que possam favorecer para que haja previsão orçamentária para a devida evolução financeira do trabalhador, dentro do processo de avaliação, no formato atual do Plano, conforme seu Regulamento (3 Steps, na proporção de 2% cada).

Além disso, há também o objetivo de implementar que a “régua” que estabelece quem tem direito a 3, 2 ou 1 step seja pré-definida antes do processo de avaliação, e não somente após este, e que esta seja baseada em critérios de notas e não de limite de valor financeiro, como ocorre hoje.

Desse modo, é importante ressaltar que os representantes das entidades sindicais adentraram na Comissão com vistas a viabilizar a construção e a garantia de funcionamento do PCCR de forma integral, buscando pesquisar e estudar mecanismos que favoreçam a valorização e reconhecimento do trabalhador, sem prejuízos futuros.
Para que tenhamos uma construção aberta das propostas, é importante que tenhamos suas propostas e sugestões, as quais podem ser encaminhadas para contato@siquim.com.br ou comissaomistapccr@sanepar.com.br, com o assunto REVISÃO PCCR 2018 até do dia 24/09.

Contamos com seu apoio e contribuição para que possamos implementar medidas favoráveis a você trabalhador.

Sindicato dos Profissionais da Química do Estado do Paraná – SIQUIM-PR

10 de setembro de 2018

PCCR - SANEPAR


No dia 06/09/2018 (quinta-feira) houve a primeira reunião da Comissão Mista de Trabalho para revisão do PCCR, formada pelos representantes sindicais indicados pelo Coletivo Intersindical Diferenciado: José Carlos dos Santos e Marcelo Ricardo Dias; e os indicados do Coletivo Intersindical Majoritário: Rodrigo Picinin e Vera Lucia Pedroso Nogueira. Por sua vez, também compõe a Comissão por indicação do Conselho de Controle das Empresas Estatais - CCEE Heloisa Gazziero Wahrhaftig e, designados pela SANEPAR os empregados: Ademir Quintino da Fonseca, Moema Reffo Suckow, Rubens Rufine e Marisa Sueli Scussiato.

Nesta primeira reunião todos os membros debateram sobre o histórico do Plano e o quanto este necessita de alterações que proporcionem reconhecimento e a valorização do trabalhador.

Deste modo, foi estabelecido o prazo de 90 dias para que a Comissão apresente as devidas propostas de alteração e atualização do plano.

No dia 11/09, realizar-se-á a segunda reunião para continuidade dos trabalhos.

Assim, esperamos que a condução deste processo de revisão do plano seja realizada de modo que a SANEPAR propicie aos trabalhadores o escalonamento da carreira de maneira justa.


Confira a apresentação da Sanepar - Processo de Revisão e Atualização PCCR - Clique Aqui!

Sindicato dos Profissionais da Química do Estado do Paraná - SIQUIM-PR

31 de agosto de 2018

A luta contra a MP 844/2018


No dia 03 de setembro de 2018 durante a Sessão da ALEP - Assembleia Legislativa do Estado do Paraná das 14h, as Entidades Sindicais farão uso da tribuna para se manifestarem contra a Medida Provisória 844/2018 (MP da Sede e da Conta Alta), na qual todos estão convidados a comparecer para fortalecer a luta.

Devemos lutar para que a água, um bem essencial à vida, continue sendo pública e de qualidade. Água não é mercadoria!